segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Estralo.

Mais um dia. Menos outro.
Acordei, vivo, porém algo faltava. Vasculhei bem lá dentro, nada vejo, apenas a preguiça de levantar da cama. Penso mais um pouco, me reviro, me dou mais cinco minutos.

Rumo anti-social, preciso arder, quero gritar.
Agora e sempre, mais que antes.

(Solo, solo, solo, solo...)

Ficar só, falar sozinho.
Viver sozinho, sinal de solidão.

Não dói, pelo contrário, estou melhor do que você imagina. Tenho crises sorridentes, me movimento com freqüência e tenho feito todas as refeições. Meus horários não correspondem com as minhas intenções. Tudo bem, afinal, não quero ser perfeito e preciso ter o gostinho do “conseguir”.

Labuta de vida, quero sentir o meu futuro ser feito, ter uma mulher, dois guris e espaçosa casa na cidade e outra de veraneio. Vou distribuir amor a todos.

Talvez o que faltava era um incentivo, um olhar, um cafuné que mesmo de longe se possa sentir, o que importa mesmo nessa vida é a intenção. Ego sensitivo, caráter protetor e humor sarcástico, pois bem, ainda sou aquele, mas hoje com um brilho no olhar, com vontade de ir não desistir.

Sonhador e canceriano, vivente que sente.
30/11/2009. Así soy yo.

2 comentários:

  1. Afinal de contas, é impossível ser feliz sozinho.

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  2. Coração grande e do bem, o seu.

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